Pela primeira vez em minha memória concordo com um promotor de justiça. A elite brasileira, sobretudo a paulista, salvas exceções, é tributária da ideologia nazista. Assim como a grande mídia do país. Assim também como boa parte da classe média e, talvez mais do que todas essas juntas, as massas verde-amarelas. A maioria das rodovias e estradas desse estado tem nomes de assassinos. Há monumentos a assassinos espalhados por toda São Paulo. Anhanguera, Borba Gato, Fernão Dias. Mas o que esperar de um país que responde por 10% de todos os assassinatos ocorridos no mundo? Em 2009 foram mais de 43.000 mortes violentas no Brasil. Quem fala nisso? Somos os maiores representantes mundiais do assassinato como estilo de vida. Aqui, neste país, para realmente reforçar a identidade nacional, deve-se odiar os vizinhos e, sempre que possível, apagar um ou outro mané que pisou em nosso calo ou que nos deve cinquenta mangos ou que olhou com desejo para nossas esposas. Morreu? Antes ele do que eu. Não é assim que se fala nas ruas?

Seja patriota. Compre uma AK-47. Mostre ao mundo do que o Brasil é feito.


Seguimos sonhando uma cultura de paz.

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